Na tela de um computador
As palavras saem sem sentido.
Busco encontrar a essência
Que embriaga com enlevo
As palavras medíocres
De um poeta sonhador.
Mas onde estás?
Ó beleza sutil.
Rabiscas a tela,
Colores como o arco-íris
Que pincela suas cores
No azul do céu anil.
Invades, ó cruel imaginação!
Sai da tela do computador.
Deixas a venustidade,
Fazer valer as palavras
Desse poeta que só sabe
Falar da vastidão do escrever
Para encantar e apaixonar.
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