quarta-feira, 27 de junho de 2012

Solidão na brisa do mar






















Brisa do mar
Olhos fumegantes
Pupilas dilatadas
Fúnebre olhar
Ao longe de um ser vazio.

Folhas soltas no ar
Vento frio, noite de verão
Alma sem luz
Brilho opaco do coração
contradição da dor...

Tempestade!
O enigma acontecia
A chuva fina caia
Trovões, barulhos estrondosos.
E no silêncio da solidão
No raiar do dia,
A dor se contradizia.


Mistério!
A tempestade passara
Contínuo vazio no olhar
Lembranças e lágrimas
No rosto a melancolia
No entardecer do dia
Ser solitário...
Na companhia da brisa do mar.





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